VEREADORA CAROL QUER PADRONIZAÇÃO NAS INFORMAÇÕES AOS FAMILIARES DE PACIENTES COM COVID


Atual modelo causa aglomeração de familiares dos pacientes internados na enfermaria


Dia após dia vemos aumentar em número e gravidade os casos de Covid-19 na cidade. Os leitos destinados aos pacientes vítimas da pandemia estão sempre quase todos lotados. A internação de um familiar gera grande apreensão e faz com que a busca por informações aconteça freneticamente.

Com o repasse do boletim médico uma vez ao dia, com pequeno espaço de tempo, para todos os familiares dos internados nas enfermarias, o que se percebe é uma aglomeração de pessoas e um dispêndio de tempo grande para os trabalhadores da saúde. Duas situações que não se pode admitir em tempos de pandemia.

Para driblar essa situação e evitar falta de informação a vereadora sugeriu modificar o fluxo de atendimento àqueles que demandam informações sobre pacientes. “Sugerimos a formação de uma equipe multidisciplinar, com psicólogo, assistente social e enfermeiro, que tenha acesso ao prontuário dos pacientes e informações extras de médicos, tal atendimento poderia se dar, inclusive, através de vídeo chamadas com horários previamente agendados, assim como já ocorre com os pacientes da UTI”, explicou Carol.

O atendimento através de chamada de vídeo, evita o atendimento presencial, que gera aglomerações não recomendáveis no protocolo de tratamento da doença, com o agravante de que as transmissões têm ocorrido nas relações familiares também. Além disso pode haver entre os parentes dos pacientes os casos assintomáticos, porém transmissores do Corona-Vírus.


Essa comunicação se dará uma vez ao dia, com explicações técnicas relatadas no prontuário e passíveis de entendimento dos familiares, sem detalhes que possam causar aumento da tensão que já existe na espera de reversão da doença.

Em casos mais graves, a comunicação pode se dar até duas vezes, quando se percebe agravamento contínuo do paciente. Quando houver percepção da necessidade de atendimento psicológico, que os familiares também possam ter atendimento online da equipe ou da Rede Municipal.

O atendimento através de chamada de vídeo, apesar de remota, humaniza a relação com o familiar, pois, abre espaço para explicação mais detalhada a cada um e de maneira reservada.


Tecnologia - A parlamentar também recomendou a disponibilização de um boletim resumido, ao qual a família poderia ter acesso ao estado clínico do paciente pela internet. Esse acesso se daria através de senha disponibilizada ao responsável no ato da internação do paciente. Esse documento deverá ser alimentado pela recepção da unidade de internamento e o familiar não poderá ter acesso a todas as informações, somente as determinadas pelo médico assistente. “Hoje a tecnologia permite que toda essa comunicação seja feita de maneira virtual, sem a necessidade da presença física num ambiente tão vulnerável quanto hospital”, finalizou a vereadora.


Assessoria de Imprensa

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