Itaipu adere ao Novembro Azul e se veste com as cores da campanha


Receberão iluminação especial o Centro Executivo, as calotas do Parque da Piracema, o Ecomuseu e o monumento da Unila.


Sai o rosa, entra o azul. A partir de domingo (1º), os prédios e monumentos de Itaipu vão ganhar as cores do Novembro Azul, campanha mundial de conscientização para prevenção e diagnóstico precoce do câncer de próstata. A doença é a segunda maior causa de morte de homens por câncer no Brasil.


A iluminação especial acontece na sequência de outra campanha que teve adesão de Itaipu, o Outubro Rosa, de prevenção ao câncer de mama; no mês anterior, os prédios foram iluminados com as cores do Setembro Amarelo, movimento de prevenção ao suicídio.


Vão ganhar tons de azul, em novembro, o Centro Executivo, na Vila A, as calotas do Parque da Piracema, o Ecomuseu e o Portal do Conhecimento, monumento em referência à Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), instalado próximo à barreira de controle da usina.


“A adesão à campanha de prevenção ao câncer de próstata, assim como em outras campanhas de interesse público, marca o compromisso da margem brasileira da binacional com a saúde e o bem-estar da nossa gente”, diz o diretor-geral brasileiro de Itaipu, general Joaquim Silva e Luna.


Prevenção


Mais que simbolismo, Itaipu integra movimentos internacionais para chamar a atenção da população sobre problemas de saúde que podem ser prevenidos ou tratados com cuidados rotineiros. No caso do câncer de próstata (glândula do sistema reprodutor masculino), o diagnóstico precoce é essencial.


Por isso, recomenda-se que homens a partir dos 50 anos (ou 45, para quem tem algum fator de risco, como histórico familiar) procurem o urologista. As principais formas de detectar a doença são os exames de toque retal e de PSA (antígeno prostático específico). Com o diagnóstico precoce, os tratamentos são menos invasivos e as chances de cura, maiores.


De acordo com dados do Ministério da Saúde, a doença mata 42 pessoas diariamente no Brasil e outros 3 milhões de homens convivem com o problema. Para 2020, segundo o Instituto Nacional do Câncer (INC), a estimativa é de 66 mil novos casos.

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